Crise Europeia 2011

Após a crise económica Mundial, seguio-se a Crise Europeia ou Crise da Zona Euro. Os europeus viram-se mergulhados numa crise que considera-se a maoir crise ao longo dos últimos 50 anos. A crise continua a precistir até ao momento, facto que levou a Europa a convocar cimeras úrgentes no sentido de se encontrar uma saíada para esta crise. Os países mais afectados deasta Crise são a Grecia, Espanha e Portugal. Mas isto não significa que os outros países estejam ilesos da crise.

  Portugal e Grécia têm queda no PIB no quarto trimestre de 2011

Duas das economias europeias em situação mais delicada no Velho Continente –Grécia e Portugal– encerraram o ano 2011 com fortes contrações na economia, conforme advinda da forte crise que abalou a europa neste mesmo ano de 2011.

O PIB (Produto Interno Bruto) de Portugal registrou contração de 1,5% no ano de 2011 e de 1,3% no quarto trimestre do mesmo ano em relação ao trimestre anterior, segundo dados provisórios divulgados hoje pelo INE (Instituto Nacional de Estatísticas).

 Em 2009 e 2010, o país sofreu uma queda de 2,5%, seguida por um crescimento de 1,4%, conforme dados da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico). com o surgimento da crise, Portugal voltou a registar os défices económicos desta vez em grande escala.

 Entre os meses de outubro e dezembro, o retrocesso foi de 2,7% se comparado com o mesmo período de 2010.

 O PIB português já havia iniciado o ano com uma queda moderada de 0,5%, mas que foi piorando ao longo do exercício, com retrações de 1% e 1,8% nos trimestres seguintes, sempre na comparação com 2010.

 Economistas explicam o retrocesso português principalmente pela redução do consumo privado –o nível de confiança dos cidadãos e empresários na economia está em patamares mais baixos da série histórica.

 Além disso, o gasto público também refluiu, num efeito das severas medidas de austeridade do governo para sanear as contas públicas.

 O país já recorreu ao FMI para buscar financiamento, tomando um empréstimo de 78 bilhões de euros, mas ao custo de assumir um compromisso com ajustes duros para reduzir o peso do Estado na economia, o que veio a gerar graves e fortes contestaçoes por parte da opinião pública e vários partidos políticos daquela que antão é um dos países mais afeitados pela crise.

 GRÉCIA

 Já o PIB da Grécia registrou uma forte queda de 7% no quarto trimestre de 2011, segundo as primeiras estimativas publicadas escritório de estatísticas local.

 Mais ainda do que Portugal, a Grécia teve trimestres bastante difíceis neste ano –o PIB do país retraiu 7,4% e 8% nos dois primeiros e 5% no penúltimo, revelando o grau de deterioração dessa economia.

No ano, a contração projetada chega a 5,5%, uma recessão que (tudo indica) deve se estender por 2012 –o quinto ano consecutivo de retração econômica. Em 2009 e 2010, a economia do país já havia encolhido 3,2% e 3,5%, respectivamente.

 Para piorar a situação, assim como o colega português, a Grécia também se comprometeu com ajustes severos para controlar os gastos públicos e reformar a economia, ao custo de violentas manifestações.

 Nesta semana, mais de cem pessoas ficaram feridas, e outra centena foi presa, em meio a uma onda de saques, depredações e incêndios, com a aprovação no parlamento de uma nova rodada de medidas de austeridade fiscal.

 A aprovação desse pacote foi a condição para o país ter acesso a novas linhas de financiamento do FMI e da UE, e dessa forma, evitar o calote descontrolado de seus compromissos financeiros.

 Além disso, o país ainda finaliza as negociações para reduzir o tamanho de sua dívida junto aos credores privados. junto a essa dívida, fizeram parte do forte índice de desemprego, que assolou maioritáriamente a juventude daquele país, que veio associar-se a gandes manifestações e montins abalando assima as extruturas políticas naqule que é considerado por muitos como sendo a origem da sabedoria.

MDRID – ESPANHA 21 de Fevereiro de 2011

Madri, 21 fev (EFE).- A cronologia da crise econômica grega, que começou em 2009 e que hoje atinge um novo marco com o segundo plano de resgate internacional no valor de 130 bilhões de euros, é a seguinte:. 2009. – 8 de  Dezembro: A bolsa e os bônus da Grécia desabam por causa de sua elevada dívida. A Comissão Europeia e o Banco Central Europeu (BCE) pedem ao país para tomar medidas.  Em  2010. – 5 de  Janeiro, A Grécia anuncia medidas para reduzir o défici público, de acordo com o Pacto de Estabilidade.  No dia 3 de   Fevereiro A Comissão Europeia aprova o plano de austeridade grego. Já no dia 28 de  Abril  do mesmo ano As dúvidas sobre a solvência da Grécia e o temor de contágio a outros países europeus arrastam o euro para índices mínimos em um ano. Pela primeira vez na história da zona do euro, a rentabilidade do bônus grego fica acima de 10%. – 2 de      Maio: Os países da zona do euro aprovam um empréstimo à Grécia no valor de 110 bilhões de euros para o período 2010-2012, do qual o FMI forneceria 30 bilhões. – 6 de   Maio.- O Parlamento aprova o plano de ajuste. – 9 de Maio.- O Conselho Executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) aprova o programa de ajudas à Grécia. – 14 de Junho.- A Moody’s rebaixa a dívida grega a “bônus lixo”. – 7 de Setembro.- A UE aprova a segunda prestação de ajuda à Grécia. – 23 de Novembro.- UE e FMI aprovam o terceiro prazo de ajuda.

2011 – 22 de Maio.- O Governo adverte que se não receber em junho a quinta prestação da ajuda externa (12 bilhões de euros), a Grécia quebrará. – 23 de Maio.- Aprovadas novas medidas de austeridade para economizar 28 bilhões de euros até 2015 e privatizações para conseguir outros 50 bilhões. – 21 Junho.- O Governo de Yorgos Papandreou recebe o apoio do Parlamento em uma moção de confiança. – 29 de Junho.- O Parlamento grego aprova o novo plano de ajuste que desbloqueia a ajuda de 12 bilhões de euros. – 21 de Julho de 2011. A Eurozona acerta um segundo resgate à Grécia no valor de 109 bilhões de euros, no qual também participará o setor privado com o investimento de 49,6 bilhões de euros entre 2011 e 2014. – 2 Outubro.- A Grécia reconhece que não cumprirá com os objetivos marcados por UE e FMI e aprova novas medidas adicionais de ajuste para economizar 6,6 bilhões de euros. – 19 Outubro, tendo em conta o desemprego greado pela crise é decretada uma  Greve geral de dois dias. Morre um sindicalista em incidentes. – 21 Outubro.- O Eurogrupo autoriza a sexta prestação do resgate, de 8 bilhões de euros. – 27 Outubro.- A UE aprova as condições do segundo resgate, de 130 bilhões de euros. – 31 Outubro.- Papandreou propõe um plebiscito sobre a aplicação do plano de resgate. – 2 Novembro.- A UE decide bloquear os 8 bilhões de euros da sexta prestação, perante a incerteza. – 8 Novembro.- O Governo em plenário apresenta sua renúncia. – 10 Novembro.- O economista Lukas Papademos é designado primeiro-ministro de um Governo de união nacional. – 29 Novembro.- O Eurogrupo aprova os 8 bilhões de euros da sexta prestação. – 6 dezembro.- O Parlamento grego aprova o orçamento para 2012 exigido por UE e FMI. – 12 Dezembro.- A Grécia descarta reduzir o salário mínimo, como exige a troika. 2012. – 14 Fevereiro.- O Eurogrupo adia a reunião sobre o segundo resgate à Grécia. O PIB da Grécia no último trimestre de 2011 cai 7%. – 18 Fevereiro.- O Governo aprova uma nova redução das pensões para economizar 75 milhões de euros.

Meus amigos estamos de olhos abertos para acompanharmos viza viz esta catastrófe.

Perguntas para cvocê meu caro leiror.

  1. 1- até onde a UE vai chegar com esta greve?
  2. o que achas do ano 2012 com relaçao a crise?
  3. será a união europeia capaz de só zionha realizar acções que consigam  desactar o nó amarrado ao pescoço dos seus filiados?

já sabe caro amigo deixe o seu comentário mais abaixo!

22 de fevereiro de 2012. tatacabalo


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